Salgado Maranhão







Do Raio


Nem o acre sabor das uvas

nos aplaca. Nem a chuva

nos olhos incendidos

devolve o que é vivido.

O magma que nos evapora

tange o rascunho das horas

sob um raio de suspense.

Nem o que é nosso nos pertence.



4 comentários:

  1. Anônimo13:40:00

    Realmente ...nada nos pertence, nem o breve momento, que se foi.

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  2. Anônimo14:10:00

    Mas...o que vai na alma e no nosso coração nos pertence...
    E nem um raio pode destruir! rs...

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  3. Anônimo15:40:00

    Pode sim, Sônia....até mais rápido do que imaginamos, infelizmente. Nem sempre precisamos de tudo do jeito que imaginamos....

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  4. Anônimo13:03:00

    Querido mestre salgado maranhao gostaria de particpar com a leitura do poema trem de japeri n dia 28 10 na central apos 30 anos voltarei parausar 30 segundos do prazer da compnhia dospoetas e estimados companheiros se for possivel eu agra
    deço(Ronaldo Macedo).
    macedo_ronaldo@hotmail.com

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Não fazemos censura prévia mas os exageros serão deletados.