Luciene Freitas





QUERIA

Ser como a água:
na visão, a transparência do mundo;
sem muralhas que a impeça
de expandir-se.
Pra quê os limites?
Formalidades,
banalidades!
Descer por estreitos rios
buscando respostas
nas encostas.
De prata ser o fio
que escorrega na pedra;
saciar a sede que medra
do teu corpo e
suavemente,
amavelmente,
desaguar em ti.


4 comentários:

Sonia disse...

ui..rs

darlene disse...

Queremos tantas coisas...algumas até que são possíveis, outras não

Sonia disse...

Tem razão Darlene.
Mas eu queria...ha...queria...rs...rs...

Garotas espertas disse...

Uma excelente poesia